Antonio José de Brito

Cátia dos Santos Conserva

Caíque Brito Araújo

Erich Cossich Lavinas

Liza Maria Souza de Andrade

O presente artigo tem o objetivo de analisar como a expansão urbana impacta o meio ambiente, com recorte na questão da drenagem em região de recarga de aquífero na Bacia do Paranoá em Brasília, DF. O estudo justifica-se pela lacuna nas pesquisas no que diz respeito a relacionar a expansão urbana com os efeitos no escoamento superficial e degradação ambiental. Estudando projetos elaborados para a expansão do SHTQ, Trecho 2 da Etapa 1, pretende-se o uso da abordagem metodológica da Socioecologia, aquela que relaciona as atividades antrópicas com o uso dos recursos da natureza. Como procedimento de análise, a pesquisa fez uso do Método Racional bem como das simulações SWMM, na busca de quantificar como a urbanização interfere na vazão máxima de lançamento a partir de três cenários: o pré-desenvolvimento, a ocupação nos termos do projeto da Administração Pública e o uso das práticas LID com biovaletas na proposta conceitual elaborada pelo projeto “Brasília Sensível à Água”. Os resultados indicaram aumento de até 367 % na vazão máxima com a urbanização e uma diminuição de 99 % com o uso das práticas LID, demonstrando que as soluções baseadas na natureza podem proporcionar uma ocupação urbana com impactos minimizados ao meio ambiente.

Palavras-chave: expansão urbana, águas pluviais, drenagem, biovaletas 

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